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Choriomon 5000ui Pó Injetável Ampola Com 1ml
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Choriomon 5000ui Pó Injetável Ampola Com 1ml

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Para que serve Choriomon-M

O uso de Choriomon-M é indicado para que a função das gônadas seja ativada, porém, seu sucesso terapêutico depende da capacidade funcional das mesmas.

Os casos de hipersecreção de gonadotropinas, ou algum sinal de mau funcionamento irreversível das gônadas poderá não responder ao tratamento com Choriomon-M.

Em mulheres

Choriomon-M é indicado para o estímulo da ovulação após um tratamento com menotropina destinado à manutenção do folículo ou após um tratamento com FSH (urofolitropina) nos casos de esterilidade funcional, tais como interrupção do fluxo menstrual temporário ou prolongado e anovulação crônica.

Choriomon-M é indicado ainda no tratamento da esterilidade decorrente da redução da fase luteica do ciclo, já que induz a um atraso no início do sangramento, prolonga a fase madura do corpo lúteo e, desse modo, promove condições mais favoráveis para a nidação.

Em pacientes que sofrem de interrupção do fluxo menstrual temporária ou prolongada e anovulação crônica, o tratamento com menotropina (ou FSH) e Choriomon-M é indicado apenas se o resultado de um teste de progesterona anterior for negativo ou se tratamentos reiterados com estimuladores de ovulação, tais como clomifeno e ciclofenil, não obtiveram sucesso.

Como o Choriomon-M funciona?


A gonadotropina coriônica (HCG) é secretada pela placenta, e extraída da urina de gestantes.

Em mulheres, a gonadotropina coriônica (HCG) atua estimulando a produção de estradiol e progesterona e, na fase final da maturação folicular, atua promovendo assim a fertilidade.

Na administração intramuscular de gonadotropina coriônica (HCG), a ação é alcançada após cerca de 2 a 6 horas, dependendo da dose administrada.

Como Usar Choriomon-M

Choriomon-M deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea.

A solução de gonadotropina possui prazo de validade limitado. Portanto, Choriomon-M deve ser reconstituído com o solvente imediatamente antes da injeção.

Qualquer solução remanescente deve ser descartada.

Cuidados na administração

Deve-se levar em consideração as seguintes notas para instrução de uso e manipulação de Choriomon-M:

  • Deve-se utilizar proteção para as mãos ao abrir as ampolas e frascos-ampolas deste produto;
  • A reconstituição deste produto deve ser feita com 1 mL de Solução Fisiológica (solução de cloreto de sódio 0,9%);
  • O produto deve ser reconstituído com solução fisiológica para administração intramuscular ou subcutânea;
  • Não misturar o Choriomon-M com outros medicamentos em uma mesma seringa;
  • Não usar este produto após o prazo de validade.

Este produto deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea.

Este produto deve ser reconstituído com diluente apropriado (solução fisiológica) imediatamente antes de ser usado, com o propósito de evitar o risco de perda de produto devido a adsorção.

Para prevenir injeções doloridas e minimizar vazamento na área da injeção, Choriomon-M deve ser administrado lentamente por via intramuscular ou subcutânea. A injeção subcutânea deve ser alternada para prevenir lipoatrofia.

Cada frasco-ampola é para uso único. Qualquer porção não usada deve ser descartada.

As injeções subcutâneas podem ser administradas pelo próprio paciente. As instruções e recomendações do médico devem estritamente seguidas.

O produto deve ser reconstituído em condições assépticas:

  1. Limpar previamente a área de preparação do produto e lavar as mãos antes da solução ser reconstituída.
  2. Cuidadosamente abrir a ampola de diluente na área de preparação.
  3. Para retirar o diluente da ampola, encaixar a agulha na seringa para reconstituição.
  4. Com a seringa em uma mão, segurar a ampola de diluente previamente aberta, inserir a agulha na ampola de diluente e retirar a quantidade desejada.
  5. Colocar a seringa muito cuidadosamente na área de preparação, evitando tocar na agulha.

Preparar a solução para injeção:

  1. Remover o lacre de alumínio do frasco-ampola contendo Choriomon-M e desinfetar a área da tampa de borracha com algodão umedecido em álcool.
  2. Pegar a seringa e lentamente injetar o diluente no frasco-ampola através da tampa de borracha.
  3. Gentilmente rolar o frasco-ampola entre as mãos até que o pó esteja completamente dissolvido, tomando cuidado para evitar a formação de espuma.
  4. Assim que o pó estiver dissolvido (geralmente acontece imediatamente), lentamente retirar a solução com a seringa.

Aplicação subcutânea da solução:

  1. Dispensar a agulha utilizada para reconstituição da solução, substituindo-a por uma agulha própria para injeção subcutânea ou intramuscular. Verificar se há bolhas de ar. Caso haja, deve-se bater levemente na seringa com a agulha virada para cima e, com muito cuidado, empurrar o êmbolo até que uma pequena gota apareça na ponta da agulha.
  2. Limpar uma área de aproximadamente 4-5 cm ao redor do sítio de injeção com um algodão embebido em desinfetante.
  3. Apertar a pele e inserir a agulha em um ângulo de 45°.
  4. Para assegurar que a agulha esteja corretamente posicionada, tentar puxar o êmbolo da seringa com cuidado. Caso a agulha esteja na posição correta, o êmbolo irá se mover com dificuldades. A entrada de sangue na seringa indica que a agulha perfurou um vaso sanguíneo. Neste caso, deve-se descartar a seringa e iniciar a operação novamente com um novo frasco do produto e uma nova seringa estéril.
  5. Caso a seringa tenha sido posicionada corretamente, injetar o conteúdo da seringa empurrando o êmbolo calmamente e de modo contínuo.
  6. Retirar a agulha e pressionar um algodão no sítio de injeção. Esfregar gentilmente a área de injeção para facilitar a difusão do produto no tecido.
  7. Qualquer solução restante deve ser dispensada, não devendo ser reutilizada.

É recomendado não se trocar a área de injeção. Entretanto, não se deve realizar uma aplicação em um mesmo local mais do que uma vez por mês.

A solução deve ser límpida e incolor.

Não misturar Choriomon-M com outros medicamentos em uma mesma seringa.

Assim que a injeção tenha sido finalizada, todas as agulhas e ampolas vazias devem ser descartadas em um recipiente apropriado.

Posologia do Choriomon-M


Em mulheres

Amenorréia primária, amenorréria secundária crônica e anovulação crônica:

Caso os órgãos genitais estejam subdesenvolvidos, é necessário realizar um tratamento preliminar (com duração de vários meses) com uma preparação de estrógeno e progesterona, estimulando o crescimento e a vascularização do útero, das trompas de Falópio e da vagina.

Gonadotropinas são administradas em duas fases:

1a fase

A injeção intramuscular diária da gonadotropina de menopausa (HMG) ou urofolitropina (FSH) com uma dose de 75 UI durante 7 – 12 dias até o aumento nos níveis de estrógenos, ultrassonografia e alterações no fator cervical indicam a presença de folículo maduro (estradiol plasmático 1,1 -2,9 pmol/mL= 300-800 pg/mL; diâmetro do folículo principal 18-22 mm, pontuação cervical de acordo com a escala Insler ≥8 pontos de 12).

2a fase

Para induzir ovulação, uma dose única de 10000 UI de Choriomon-M é administrada por via intramusucular ou subcutânea, de 24 a 48 horas após a última injeção de HMG ou FSH. A ovulação geralmente ocorre após 32 a 48 horas.

O paciente receberá recomendações para manter relações sexuais todos os dias após a administração de Choriomon-M até a ocorrência de ovulação.

Caso não ocorra a gravidez, o tratamento pode ser repetido, repetindo-se o mesmo método. Para mais detalhes, recomenda-se consultar a bula da preparação de HMG ou da preparação de FSH.

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Choriomon-M?


Em caso de esquecimento, aplicar a próxima dose de Choriomon-M no mesmo horário planejado anteriormente.

Não duplicar a dose desta aplicação para compensar a dose perdida.

Contraindicação de Choriomon-M

  • Gravidez;
  • Esterilidade sem maturação normal do folículo (por exemplo, causada por fatores tubários ou cervicais), exceto para mulheres que estejam participando em programas de tecnologia de reprodução assistida;
  • Cistos ovarianos não relacionados com síndrome de ovários policísticos;
  • Sangramento ginecológico de origem desconhecida;
  • Hiperprolactinemia;
  • Carcinoma ovariano, endometrial ou mamário;
  • Hipersensibilidade conhecida ao HCG ou outras gonadotropinas (HMG, FSH), hiperprolactinemia, tumor da glândula pituitária, endocrinopatia não-tratada da tireóide ou de origem adrenal.

Precauções

Um tratamento com hormônios gonadotrópicos deve ser administrado apenas por um médico especialista, com experiência no diagnóstico e tratamento de problemas de fertilidade.

O tratamento deverá ser iniciado somente quando forem descartadas outras causas de infertilidade.

Choriomon-M deve ser administrado por via intramuscular (no músculo) ou subcutâneo (abaixo da pele).

Em mulheres

Choriomon-M só deverá ser administrado após a idade da maturidade sexual, já que antes da puberdade o medicamento pode induzir a estimulação não desejada dos ovários. Por outro lado, após a menopausa, os ovários se tornam insensíveis às gonadotropinas.

Antes de iniciar o tratamento com menotropina (urofolitropina) / gonadotropina coriônica, a paciente deve ser submetida a exames ginecológicos e endocrinológicos.

A fertilidade do parceiro deve ser verificada e ambos, a paciente e seu parceiro, devem ser informados de que o tratamento envolve riscos de hiperestimulação ovariana, bem como risco de gravidez múltipla ou aborto espontâneo.

O tratamento deve ser feito em hospital ou clínica adequadamente equipados.

Das pacientes tratadas com hormônios gonadotrópicos, 5 a 6% apresentam hiperestimulação ovariana, na maioria dos casos entre 7 e 10 dias após a administração de Choriomon-M. O risco de hiperestimulação é especialmente alto em pacientes com ovários policísticos. A faixa terapêutica entre uma dose suficiente e a hiperestimulação é muito limitada.

Para reduzir o risco de hiperestimulação, a paciente deve ser submetida a exames clínicos e endocrinológicos, pelo menos a cada dois dias durante o curso de tratamento e durante 2 semanas após seu término.

O tratamento com menotropina (ou FSH) deve ser imediatamente interrompido nas seguintes situações:

  • Se a concentração hormonal mostrar uma reação estrogênica excessiva (estradiol plasmático aumentado em 100% em 2 a 3 dias e/ou uma taxa superior a 4 pmol/mL ou superior a 1100 pg/mL);
  • Na ocorrência de sintomas clínicos ou ultrassonográficos de uma hiperestimulação ovariana (diâmetro de um ou vários folículos superior a 22 mm).

A hiperestimulação ovariana caracteriza-se por um aumento substancial da permeação vascular, que provoca um rápido acúmulo de líquidos na cavidade do tórax. Na maioria dos casos, isso ocorre de 5 a 10 dias após a administração de Choriomon-M.

Existem três graus de gravidade; leve, moderada e grave.

Em pacientes que apresentem síndrome de hiperestimulação ovariana, existe risco adicional de eventos tromboembólicos.

No caso de hiperestimulação leve, acompanhada de ligeiro inchaço dos ovários (5 a 7 cm de tamanho), bem como pela secreção excessiva de esteróides e dor abdominal, é desnecessário usar tratamento para tais sintomas, porém, a paciente deve ser informada e mantida sob controle médico rigoroso.

No caso de hiperestimulação moderada, acompanhada de cistos ovarianos (tamanho dos ovários variando entre 8 e 10 cm), bem como desconforto abdominal, vômitos, recomenda- se uma observação clínica e tratamento dos sintomas. No caso de alta concentração sanguínea, uma substituição intravenosa de plasma pode ser necessária.

A hiperestimulação grave, com frequência de ocorrência inferior a 2%, é caracterizada por cistos ovarianos de tamanho muito grande (ovários de tamanho superior a 12 cm) bem como por ascites (acúmulo de gordura), pleurorréia (derramamento de líquido na pleura), relaxamento abdominal considerável, dor abdominal, dispnéia (dificuldade de respirar), retenção de sal, aumento da viscosidade do sangue e agregação plaquetária, pode colocar em risco a vida da paciente e requer tratamento hospitalar para estabilizar as funções vitais e normalizar o volume de sangue.

Pode haver formação de cistos nos ovários em pacientes que sofram de interrupção da menstruação devido à síndrome de ovário policístico. Isso pode causar dores abdominais de várias intensidades e requer a interrupção do tratamento.

O princípio ativo do Choriomon-M, gonadotropina coriônica, é extraído a partir da urina de gestantes e, portanto, há a possibilidade de transmissão de agentes infecciosos. Para garantir a segurança do produto, a gonadotropina coriônica passa por um extensivo processo de purificação, eliminando qualquer risco de transmissão de agentes infecciosos.

Interações com outros medicamentos

Até o momento, não existem registros de interações com outros medicamentos.

População Especial

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

Choriomon-M não provoca efeitos na habilidade de dirigir ou operar maquinário.

Uso na gravidez e lactação

Existe evidência de risco fetal baseado na experiência com humanos e animais. Assim, a administração desse grupo de fármacos a gestantes apresenta alto risco.

Não se sabe se o Choriomon -M é secretado no leite e quais os possíveis efeitos do mesmo sobre o lactente. Portanto, este medicamento é contraindicado para gestantes e lactantes.

Composição

Apresentação

Pó liófilo injetável de 5000 UI:

Choriomon-M apresenta-se sob a forma de pó branco liofilizado, a ser reconstituído em 1 mL de diluente adequado, resultando em uma solução límpida, para administração intramuscular ou subcutânea.

Apresenta-se em frascos-ampolas contendo 5000 UI de gonadotropina coriônica. Caixas contendo 1 frasco-ampola acompanhado de 1 seringa preenchida com diluente e agulhas para reconstituição e aplicação, caixas contendo 1 frasco-ampola e caixas contendo 1 frasco-ampola acompanhado de 1 ampola de diluente.

Composição

Cada frasco-ampola contém:

Gonadotropina coriônica (HCG)

5.000 UI

Lactose monoidratada

20 mg

Nas apresentações que acompanham diluente, cada diluente é constituído por 1 mL de Solução Fisiológica (solução de cloreto de sódio 0,9%).

Superdosagem

A toxicidade do Choriomon-M é muito baixa e, até o momento, não há registro de superdosagem com este hormônio. Entretanto, a administração de doses aumentadas durante vários dias pode causar o início de uma síndrome de hiperestimulação ovariana, em mulheres, e ginecomastia, em homens, que podem persistir, em alguns casos.

Mais informações

Código do produto: 73728
EAN: 7895197030366
Tipo de Medicamento: Biológico
Registro MS: 1236100780015
Classe Terapêutica: Gonadotrofinas Incluindo Outros Estimulantes Para Ovulação
Princípio Ativo: Gonadotropina Coriônica
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Choriomon-M é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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