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Ranidin 150mg Com 20 Comprimidos
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Ranidin 150mg Com 20 Comprimidos

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Para que serve Ranidin

Ranidin é indicado para

  • Tratamento de úlceras de estômago ou de duodeno, incluídas as associadas ao uso de medicamentos anti-inflamatórios não esteroidais (em alguns casos seu médico pode prescrever Ranidin com antibióticos); 
  • Prevenção de úlceras que surgem como efeito colateral de agentes anti-inflamatórios não esteroidais, como alguns medicamentos para tratamento de artrite; 
  • Prevenção de sangramentos decorrentes de úlcera péptica; 
  • Tratamento de úlcera duodenal associada à infecção pela bactéria Helicobacter pylori
  • Tratamento de problemas causados pelo refluxo (retorno) de ácido do estômago para o esôfago (esofagite), e outras condições que, como essa, causam dor ou desconforto, algumas vezes conhecidos como indigestão, dispepsia (dificuldade na digestão dos alimentos) ou azia; 
  • Tratamento de úlceras pós-operatórias; 
  • Tratamento de uma doença conhecida como Síndrome de Zollinger-Ellison, caracterizada por úlceras graves, extrema acidez gástrica e tumores das células do pâncreas secretoras de gastrina (hormônio presente na secreção gástrica); 
  • Tratamento de dispepsia episódica crônica, doença caracterizada por dor epigástrica (na parte alta do abdômen) ou retroesternal (atrás do osso esterno, que fica no meio do peito) associada às refeições ou a distúrbios do sono;
  • Prevenção de úlcera causada por estresse em pacientes em estado grave; 
  • Prevenção de uma doença conhecida como Síndrome de Mendelson, caracterizada por distúrbios pulmonares produzidos pela aspiração de secreção gástrica pelo trato respiratório.

Como o Ranidin funciona?

Ranidin contém ranitidina, substância que reduz a quantidade de ácido produzida no estômago. Isso favorece a cicatrização da gastrite e das úlceras pépticas do estômago e do duodeno, além de prevenir complicações. 

Após alguns dias de tratamento, você já deverá se sentir bem melhor. Mas não pare de usar Ranidin antes do fim do período determinado pelo seu médico, pois a dor e o desconforto poderão voltar.

Como Usar Ranidin

O comprimido de Ranidin deve ser engolido inteiro, com um copo de água. 

Posologia 

Adultos 

Úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna 

Tratamento agudo (durante a crise)

A dose-padrão usual para tratamento agudo de úlcera gástrica benigna e úlcera duodenal é de 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. Na maioria dos casos de úlcera duodenal e úlcera gástrica benigna, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas. Em alguns pacientes, esse período pode se estender até oito semanas. 

Na úlcera duodenal, com 300 mg, duas vezes ao dia, durante quatro semanas obtêm-se taxas de cicatrização maiores do que com 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg à noite), durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado a maior incidência de efeitos colaterais. 

Tratamento de longo prazo

No tratamento de longo prazo, a dose geralmente utilizada é de 150 mg à noite. O tabagismo (hábito de fumar) está relacionado à maior frequência de reincidência de úlcera duodenal. Em pacientes fumantes que não conseguem evitar fumar durante o tratamento, uma dose de 300 mg a noite proporciona benefício terapêutico adicional sobre o regime de doses de 150 mg. 

Úlcera péptica associada ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais 

No caso de úlceras que se desenvolvem durante a terapia com anti-inflamatórios não esteroidais ou associadas ao uso continuado dessas drogas, podem ser necessárias de oito a doze semanas de tratamento com ranitidina. Para a prevenção de úlceras duodenais associadas ao uso de anti-inflamatórios não esteroidais, podem ser administrados concomitantemente 150 mg de ranitidina, duas vezes ao dia. Para o tratamento agudo dessa condição, devem ser usados 150 mg, duas vezes ao dia, ou 300 mg à noite. 

Úlcera duodenal associada à infecção por Helicobacter pylori 

A dose de 300 mg à noite (ou 150 mg, duas vezes ao dia) de ranitidina pode ser administrada em associação com 750 mg de amoxicilina oral, três vezes ao dia, e 500 mg de metronidazol, três vezes ao dia, por duas semanas. Terminado esse período, a terapia deve ser continuada por mais duas semanas apenas com Ranidin. Esse regime reduz significativamente a recidiva de úlcera duodenal. 

Úlcera pós-operatória 

A dose-padrão é de 150 mg, duas vezes ao dia. Na maioria dos casos, a cicatrização ocorre dentro de quatro semanas, mas em alguns pacientes esse período pode se estender até oito semanas. 

Refluxo gastroesofágico 

Tratamento agudo

Na esofagite de refluxo recomenda-se a dose de 150 mg, duas vezes ao dia (ou 300 mg a noite) durante oito semanas. Esse período pode se estender até 12 semanas, se necessário. Em pacientes com esofagite de moderada a grave, a dose pode ser aumentada para 150 mg, administrados quatro vezes ao dia, por até 12 semanas.

Tratamento de longo prazo

A dose oral recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia. 

Alívio dos sintomas

Recomenda-se o regime de 150 mg, duas vezes ao dia, durante duas semanas. O tratamento pode ser continuado por mais duas semanas nos pacientes que não respondem adequadamente à terapia inicial. 

Síndrome de Zollinger-Ellison

A dose inicial recomendada é de 150 mg, três vezes ao dia, e, se necessário, pode ser aumentada. Doses diárias de até 6 g têm sido bem toleradas. 

Dispepsia episódica crônica 

A dose-padrão recomendada é de 150 mg, duas vezes ao dia, por até seis semanas. 

Qualquer paciente que não responda à terapia ou que tenha recidiva logo após o tratamento deve ser investigado. Prevenção da síndrome de Mendelson (pneumonite por broncoaspiração) 

Deve-se utilizar 150 mg duas horas antes da anestesia e, preferivelmente, 150 mg na noite anterior. Alternativamente, o uso de cloridrato de ranitidina injetável pode ser considerado. Em pacientes em trabalho de parto, a dose recomendada é de 150 mg a cada seis horas. Porém, se for necessária anestesia geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado um antiácido (por exemplo, citrato de sódio). 

Prevenção da hemorragia decorrente de úlcera de estresse em pacientes gravemente doentes ou na prevenção da hemorragia recorrente (que reaparece) em pacientes com sangramento devido à ulceração péptica 

O uso da dose de 150 mg por via oral, duas vezes ao dia, pode substituir o de cloridrato de ranitidina injetável logo que o paciente possa ingerir alimentos normalmente. 

Crianças 

A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica em crianças é de 2 a 4 mg/kg, duas vezes ao dia. Pode-se chegar ao máximo de 300 mg de ranitidina por dia. 

Insuficiência renal 

Pode ocorrer acúmulo de ranitidina, resultando em elevadas concentrações no organismo, nos pacientes com insuficiência renal. Nestes casos, a dose diária de ranitidina deve ser de 150 mg. Pacientes sob diálise peritoneal crônica ambulatorial ou hemodiálise crônica devem ingerir uma dose de 150 mg de ranitidina imediatamente após a diálise. 

O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Ranidin?

Caso você se esqueça de uma dose, tome-a o quanto antes e prossiga com o horário normal das demais doses.

Contraindicação de Ranidin

Se você responder “sim” a qualquer uma das perguntas abaixo, avise seu médico antes de usar este medicamento. 

  • Já lhe disseram que você é alérgico a Ranidin, ranitidina ou qualquer outro ingrediente de Ranidin? 
  • Você está grávida ou pretende engravidar logo? 
  • Você está amamentando?

Precauções

O tratamento com ranitidina pode mascarar sintomas relacionados ao carcinoma gástrico (tipo de tumor no estômago) e, assim, retardar o diagnóstico dessa doença. Em caso de suspeita de úlcera gástrica deve ser excluída a possibilidade de doença maligna antes de se instituir a terapia com Ranidin. 

Caso você tenha insuficiência renal (mal funcionamento dos rins), converse com o seu médico. Ele pode alterar a sua dosagem. 

Deve-se evitar o uso de ranitidina em pacientes com história de porfiria aguda, visto que há relatos, embora raros, de crises desta doença causadas pela ranitidina. É recomendado o acompanhamento regular dos pacientes que estão em tratamento concomitante com anti-inflamatórios não esteroidais e ranitidina, especialmente dos idosos e daqueles com histórico de úlcera péptica. 

Em idosos, e em pacientes com doença pulmonar crônica, com diabetes ou imunodeprimidos, pode haver aumento do risco de desenvolver pneumonia comunitária. 

Interações medicamentosas 

A ranitidina pode interagir com outros medicamentos. Por isso, seu médico pode recomendar ajuste na dosagem do medicamento afetado ou a interrupção do tratamento com Ranidin. 

Converse com o seu médico caso você esteja fazendo uso dos seguintes medicamentos

  • Diazepam, triazolam e midazolam (utilizados para tratar ansiedade e dificuldade de dormir); 
  • Lidocaína, um anestésico; 
  • Fenitoína, utilizada para controlar alguns tipos de convulsão (epilepsia); 
  • Propranolol, utilizado para tratar hipertensão (pressão alta); 
  • Teofilina, utilizada no tratamento da asma; 
  • Procainamida e N-acetilprocainamida, utilizadas no tratamento da arritmia cardíaca; 
  • Glipizida, utilizada no tratamento da diabetes; 
  • Cetoconazol, utilizado no tratamento de infecções causadas por fungos; 
  • Atazanavir e delavirdina, utilizados no tratamento da AIDS; 
  • Gefitinibe, utilizado no tratamento do câncer; 
  • Sucralfato, utilizado no tratamento de úlceras no estômago. 

Não existem contraindicações relativas a faixas etárias. 

Composição

Cada comprimido revestido contém: 

Cloridrato de ranitidina 168 mg*.

*Equivalente a 150 mg de ranitidina base. 

Excipientes: celulose microcristalina, estearato de magnésio, dióxido de silício, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, amido, polidextrose, talco, maltodextrina, triglicerídeos de cadeia média e álcool polivilínico.

Superdosagem

Devido à elevada especificidade de ação da ranitidina, não está prevista a ocorrência de problemas de maior gravidade no caso de eventual superdose de Ranidin. Se houver superdose, procure socorro médico o mais rápido possível. 

Mais informações

Código do produto: 15449
EAN: 7896006292456
Tipo de Medicamento: Similar Intercambiável
Registro MS: 1049701600061
Classe Terapêutica: Antagonistas Receptores H2
Princípio Ativo: Cloridrato de Ranitidina
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Ranidin é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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