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Oralpred 3 Mg/ml Solução Oral 60 Ml (com Pipeta Dosadora)
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Oralpred 3 Mg/ml Solução Oral 60 Ml (com Pipeta Dosadora)

Código: 29263
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Para que serve Oralpred

Alterações endócrinas

Insuficiência adrenocortical primária ou secundária (sendo que os corticóides naturais como cortidona ou hidrocortisona são de primeira escolha). Análogos sintéticos podem ser utilizados em conjunto com mineralocorticóides quando necessário (na infância, a suplementação mineralocorticóides é especialmente importânte); hiperplasia adrenalcongênita; tireoidite não supurativa; hipercalccemia associada ao câncer.

Distúrbios reumáticos

Como terapia adjuvante para adminstração a curto prazo (para reverter paricnete em episódio agudo ou exarcebado) em artrite psoriática; artrite reumatóide, incluindo artrite reumatóide juvenil (em casos particulares serão utilizados terapia de manutenção de baixas doses); espondilite anquilosante. bursites agudas e subaguda; tenossinovite aguda inespecífica; artrite gotosa água; osteoartrite pós-traumática; sinovites osteoartríticas; epicondilites.

Colagenoses

Durante exarcebação ou como terapia de manutenção emsados particulares de Lupús eritematoso sistêmico; cardite reumática aguda.

Doenças dermatológicas

Pênfigo, dermatite herpetiforme bolhosa; eritema multiforme grave (síndrome de Stevens-Johnson); dermatite esfoluativa; micoses fungóides; psoríase grave; dermatite seborréica grave.

Estados alérgicos

Controle de condições alérgicas graves ou incapacitantes, não responsíveis aos tratamentos convencionais; rinite alérfica saznal ou perene; asma brônquica; dermatites de contato e atópica; doença do soro; reações de hipersensibilidade às drogas. 

Doenças oftálmicas

Processos inflamatórios e alérgicos agudos e crônicos graves envolvendo o olho e seus anexos, como úlceras marginais alérgicas da córnea; herpes zoster oftálmico; inflamação do segmento anterior, coroidite e uveíte posterior difusa; ofalmia simpática; conjuntivite alérgica; ceratite; coriorrentinite; neutite ótica; irite e iridociclite. 

Doenças respiratórias

Sarcoidose sintomática; síndrome de Löeffler não tratável por outros meios; berilose; tuberculose pulmonar fulminante ou disseminada, quando utilizado concomitantemente a quimioterapia antituberculose apropriada; pneumonite por aspiração. 

Distúrbios hematológicos 

Púrpura trombocitopênica idiopática em adultos; trombocitopenia secundária em adultos; anemia hemolítica adquirida (autoimune); eritroblastopenia (anemia eritrocítica); anemia hipoplástica congênita (eritróide).

Doenças neoplásicas

Para o tratamento paliativo de leucemia e linfomas em adultos; leucemia aguda infantil.

Estados edematosos

Para indução de diurese ou remissão da proteinúria da síndrome nefrótica idiopática sem uremia ou devida ao lúpus eritematoso.

Doenças gastrintestinais

Manuntenção do paciente após um período crítico da doença em colite ulcerativa e enterite regional. 

Doenças neurológicas

Exacerbações agudas da esclerose múltipla.

Outros

Meningite tuberculosa com bloqueio subaracnóide ou bloqueio iminente, quando utilizado concomitante à quimoterápicos antituberculosos apropriados. Triquinose com envolvimento neurológico ou do miocárcio. 

Em adição à indicações citadas, Oralpred é indicado também para dermatomiosite sistêmica (polimiosite).

Como o Oralpred funciona?


Oralpred é um medicamento glicocorticóide que age na maioria dos tecidos do organismo através de uma potente ação anti-inflamatória (cerca de 3 vezes mais potente que a hidrocortisona) e baixa atividade mineralocorticóide (retentora de água).

Como Usar Oralpred

  1. Retirar a tampa de Oralpred e acoplar o adaptador na boca do frasco. 
  1. Retirar a tampa da seringa dosadora. 
  1. Colocar a seringa dosadora no adaptador. 
  1. Virar o frasco de boca para baixo e aspirar a quantidade de Oralpred prescrita pelo médico. 
  1. Retirar a seringa dosadora contendo Oralpred e esvaziá-la lentamente na boca do paciente que deve ter a cabeça ligeiramente inclinada para trás. 
  1. Tampar o frasco de Oralpred sem retirar o adaptador.

 

  1. Lavar a seringa dosadora com água corrente e em seguida colocar a tampa de proteção. Guardar a seringa dosadora junto com o frasco dentro da embalagem.

Oralpred pode ser tomado junto ou após as refeições para reduzir ou eliminar alguma alteração gástrica.

Posologia do Oralpred


A dosagem inicial de Oralpred pode variar de 5 a 60mg por dia, dependendo da doença específica que está sendo tratada. As doses de Oralpred requeridas são variáveis e devem ser individualizadas de acordo com a doença em tratamento e a resposta do paciente. 

Para bebês e crianças, a dosagem recomendada deve ser controlada pela resposta clínica e não pela adesão estrita ao valor indicado pelos fatores idade e peso corporal. 

A dosagem deve ser reduzida ou descontinuada gradualmente quando a droga for administrada por mais do que alguns dias. 

Em situações de menor gravidade, doses mais baixas, geralmente, são suficientes, enquanto que para alguns pacientes, altas doses iniciais podem ser necessárias. 

A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que a resposta satisfatória seja notada. Depois disso deve-se determinar a dose de manutenção por pequenos decréscimos da dose inicial a intervalos de tempo determinados, até que se alcance a dose mais baixa para se obter uma resposta clínica adequada. 

Deve-se ter em mente que é necessária uma constante observação em relação à dosagem de Oralpred. Se por um período razoável de tempo não ocorrer resposta clínica satisfatória, o tratamento com Oralpred deve ser interrompido e o paciente transferido para outra terapia apropriada. 

Inclue-se as situações nas quais pode ser necessário ajuste na dose:

  • Mudança no estado clínico secundário por remissão ou exacarbação no processo da doença; 
  • A suscetibilidade individual do paciente à droga e o efeito da exposição do paciente a situações estressantes não diretamente relacionadas à doença em tratamento; 
  • Se for necessário que o tratamento seja interrompido, é recomendado que a retirada seja gradual e nunca abrupta.

Contraindicação de Oralpred

O medicamento é contraindicado nas seguintes ocasiões:

  • Infecções fúngicas sistêmicas;
  • Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.

Precauções

Em pacientes sob terapia com corticosteróides submetidos a situações incomuns de estresse (trauma, cirurgia, etc.), recomenda-se que a dosagem de corticosteróides seja aumentada rapidamente, antes, durante e após a situação estressante. 

Os corticosteóides podem mascarar alguns sinais de infecção e novas infecções podem aparecer durante o tratamento. 

Durante o uso de corticosteóides pode haver diminuição da resistência e dificuldade na localização de infecções. 

O uso prolongado de corticosteróides pode produzir catarata subcapsular posterior, glaucoma com possível lesão dos nervos ópticos e pode aumentar a ocorrência de infecções secundárias oculares devido a fungos e viroses. 

Doses médias e elevadas de hidrocortisona e cortisona podem causar elevação da pressão arterial, retenção de sódio e água e aumento da excreção de potássio. Esses efeitos ocorrem menos frequentemente com os drivados sintéticos, a não ser quando utilizados em altas doses. Pode ser necessária a restrição dietética de sal e a suplementação de potássio. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio. 

Quando em terapia com corticosteróides os pacientes não devem ser vacinados contra varíola. Outras imunizações não devem ser feitas em pacientes sob cortocoterapia, especialmente em altas doses, devido aos possíveis riscos de complicações neurológicas e a ausência de resposta imune.

Crianças e adultos sob terapia imunossupressora são mais sensíveis a infecções do que indivíduos saudáveis. Varicela e sarampo, por exemplo, podem ter um curso mais grave e até fatal em crianças e adultos não imunes sob cortocoterapia. Em crianças e adultos que não tiveram infecções causadas por esses agentes, deve-se ter o cuidado especial de evitar a exposição aos mesmos. 

Desconhece-se como a dose, via e duração de administração de corticosteróides pode afetar o risco de desenvolvimento de infecção disseminada. A contribuição da causa da doença e/ou tratamento prévio com corticosteróides a este risco também é desconhecida. 

Se o paciente for exposto à varicela, pode ser indicada a profilaxia com imuniglobulina específica para varicela. Se o paciente for exposto ao sarampo, pode ser indicada a profilaxia com pool de imuniglobulinas intramuscular. Caso ocorra o desenvolvimento da varicela, deve-se considerar o tratamento com agentes antivirais. 

O uso de prednisolona em tuberculose ativa deve ser restrito a casos de tuberculose fulminante ou disseminada, nas quais o corticosteróide é usada para o controle da doença associada a um regime antituberculoso apropriado. 

Quando os corticosteróides forem indicados a pacientes com tuberculose latente ou com reatividade à tuberculina é necessária rigorosa observação, pois pode haver reativação da doença. Durante corticoterapia prolongada, estes pacientes devem receber quimioprofilaxia. 

Em casos de insuficiência adrenocortical induzida por prednisolona, pode-se minimizar o quadro por redução gradual da dosagem. Devido à possibilidade de persistência desse quadro após a interrupção do tratamento por algum tempo, pode ser necessário reuniciar a corticoterapia em situações de estresse. Como a secreção de mineralocorticóide pode estar reduzida, deve-se administrar concomitantemente sais ou mineralocorticóides. 

Em pacientes portadores de hipotireoidismo ou com cirrose, existe aumento do efeito do corticosteóide. 

Pacientes portadores de herpes simplex ocular devem utilizar cortocosteróides com cautela pois pode haver possível perfuração de córnea. 

A menor dose possível de corticosteróide deve ser utilizada a fim de se controlar as condições sob tratamento. Quando a redução da dosagem for possível, esta deve ser feita gradualmente. 

Podem aparecer distúrbios psíquicos quando do uso de corticosteróides, variando desde euforia, insônia, alteração do humor, alteração de personalidade, depressão grave até manifestações de psicose ou instabilidade emocional. Tendências psicóticas preexistentes podem ser agravadas pelos corticosteróides. 

Em hipoprotrombinemia a aspirina deve ser utilizada com cautela quando associada à corticoterapia. 

Embora estudos clínicos controlados tenham demonstrado a efetividade dos corticosteróides em aumentar a rapidez da resolução do problema das exacerbações agudas da esclerose múltipla, eles não demonstraram que os corticosteróides afetam o resultado final do histórico natural da doença. 

Os estudos mostram que doses relativamente maiores de corticosteróides são necessárias para alcançar um efeito significativo. 

Pressão arterial, peso corporal, daos rotineiros de laboratório, incluindo glicose pós prandial de horas e potássio sérico, raio X de tórax e partes superiores devem ser obtidos a intervalos regulares.

Insuficiência renal / hepática 

Deve haver cuidado na utilização de esteróides em caso de insuficiência renal. 

Nos pacientes com insuficiência hepática, pode ser necessária uma redução da dose.

População Especial

Gravidez

Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. 

Como estudos adequados de reprodução humana não foram feitos com corticosteróides, o uso de prednisolona na gravidez, lactação ou em mulheres com potencial de engravidar, requer que os possíveis benefícios da droga justifiquem o risco potencial para a mãe, embrião ou feto. 

Lactação

A prednisolona é excretada no leite materno, em baixos níveis (menos que 1% da dose administrada). 

Medidas de cautela devem ser tomadas quando a prednisolona for administrada à lactantes. 

Nestes casos não é recomendado o uso de Oralpred. 

Para ser utilizado durante a gravidez ou amamentação, o médico deve avaliar cuidadosamente a relação risco/benefício do produto.

Pediatria

Crianças nascidas de mães que receberam corticosteróides durante a gravidez, devem ser cuidadosamente observadas quanto ao surgimento de hipoadrenalismo. 

O crescimento e desenvolvimento de crianças sob corticoterapia prolongada devem ser observados cuidadosamente. 

Geriatria

É recomendada cautela em pacientes idosos, pois eles são mais suscetíveis às reações adversas.

Composição

Apresentações

Solução oral 3mg/mL.

Frasco com 60mL + seringa dosadora.

Composição

Cada mL da solução oral (3mg/mL) contém

Prednisona 3,00mg*.

*Equivalente a 4,03 de fosfato sódico de prednisona.

Veículo: sorbitol, edetato dissódico, fosfato de sódio monobásico, fosfato de sódio dibásico, metilparbeno, sucralose, aroma caramelo, água purificada.

Superdosagem

Não há relatos da ingestão acidental de grandes quantidades de prednisolona em período de tempo curto. O tratamento da superdosagem aguda é por lavagem gástrica imediata ou indução de vômito. 

O uso prolongado de corticosteróides pode produzir: 

  • Sintomas psíquicos; 
  • Face de lua cheia; 
  • Depósitos anormais de gordura; 
  • Retenção de líquido;
  • Aumento do apetite; 
  • Ganho de peso; 
  • Hipertricose;
  • Acne;
  • Estrias;
  • Equimoses;
  • Sudorese aumentada;
  • Pigmentação;
  • Pele seca e descamativa;
  • Perda de cabelo;
  • Aumento da pressão arterial;
  • Taquicardia;
  • Tromboflebite;
  • Resistência diminuída às infecções; 
  • Balanço negativo de nitrogênio com retardo da cicatrização;
  • Cefaleia;
  • Fraqueza;
  • Distúrbios menstruais;
  • Sintomas acentuados da menopausa;
  • Neuropatias;
  • Distúrbios psíquicos;
  • Fraturas;
  • Osteoporose;
  • Úlcera péptica;
  • Tolerância diminuída à glicose;
  • Hipocalemia;
  • Insuficiência adrenal. 

Em crianças observou-se hepatomegalia e distensão abdominal. 

Nos casos de superdosagem crônica em pacientes portadores de doença grave que necessitem de corticoterapia contínua, deve-se reduzir a dose de prednisolona, por um período de tempo, ou deve-se introduzir o tratamento em dias alternados.

Mais informações

Código do produto: 29263
EAN: 7896241278505
Tipo de Medicamento: Similar
Registro MS: 1097401540047
Classe Terapêutica: Corticosteróides Orais Puros
Princípio Ativo: Fosfato Sódico de Prednisolona
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Oralpred é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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