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Maxiliv 500mg/ml Gotas 20 Ml
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Maxiliv 500mg/ml Gotas 20 Ml

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Para que serve Maxiliv

Maxiliv é indicado como analgésico e antipirético.

Como o Maxiliv funciona?


Maxiliv é um medicamento à base de dipirona sódica atuando como analgésico e antitérmico de eficácia comprovada, sendo capaz de aliviar os estados dolorosos, bem como diminuir temperaturas elevadas. A ação antitérmica inicia-se aproximadamente 30 minutos após a ingestão de Maxiliv.

Maxiliv pode ser utilizado como analgésico e antitérmico no tratamento sintomático da dengue, sem favorecer o aparecimento de hemorragias.

Febre

O que é febre?

A febre consiste na elevação da temperatura corporal acima de seus limites normais, podendo ser definida quando a temperatura corporal passa a ser superior à 37,5°C. Embora seja difícil estabelecer um limite preciso, em geral considera-se que temperaturas entre 37°C e 37,5°C representem os chamados estados subfebris. É importante salientar que em qualquer caso de elevação da temperatura corporal, é sempre necessária a observação cuidadosa do paciente.

Benéfica ou maléfica?

É inegável que a febre representa um sinal de alerta para a ocorrência de um problema orgânico. Existem vários fatores fisiológicos associados à febre, que atuam na resposta do organismo a um agente agressor, porém é certo também que a febre provoca uma série de sintomas que causam desconforto clínico para o paciente, como por exemplo, a ocorrência de dores musculares, calafrios e prostração sendo que tais sintomas podem ser atenuados muitas vezes com o uso de medicamentos antipiréticos.

Lembretes importantes

A febre pode ocorrer em vários tipos de infecções, inclusive naquelas de origem viral. Portanto, nem sempre a sua ocorrência justifica a necessidade de antibióticos.

Em qualquer situação de febre, o paciente sempre deve ser observado, podendo ocorrer situações em que tal quadro é transitório regredindo espontaneamente.

Mesmo após o início do tratamento antiinfeccioso específico, a febre pode ainda persistir ou tornar-se menos intensa por um período curto (em geral 48 a 72 horas). Sempre que houver persistência do quadro febril por um período que ultrapasse o esperado para seu desaparecimento, o quadro deve ser reavaliado pelo médico.

Sinais de atenção

Qualquer situação de febre merece observação e avaliação especializada, porém alguns casos devem merecer maior atenção:

  • Febre persistente e prolongada.
  • Febre associada à queda progressiva do estado geral.
  • Febre recorrente após um período afebril maior que 24 horas.
  • Febre alta acompanhada de calafrios.

Medidas gerais úteis

  • É importante o uso de roupas que permitam manter o paciente confortável, evitando-se o uso de roupas muito quentes que possam aumentar a retenção de calor.
  • Manter o ambiente arejado e muito bem ventilado.
  • Oferecer líquidos com freqüência, principalmente para crianças, pois a febre persistente pode provocar desidratação.
  • Respeitar o estado geral da criança evitando forçá-la a manter atividades que não queira ou submetê-la a esforços físicos mais intensos.
  • O estado febril pode ser acompanhado de inapetência, devendo-se respeitar a vontade do paciente para alimentar-se.
  • Antitérmicos podem ser utilizados para controlar o quadro de febre, mas sempre devem ser orientados por um médico.
  • Compressas frias aplicadas na fronte, banho morno ou uso de toalhas mornas são outras maneiras disponíveis para controlar o quadro febril.

Dor

A dor é um sintôma

Normalmente, a dor surge como conseqüência de um distúrbio localizado em algum órgão ou sistema de nosso organismo e, na maioria das vezes, é possível estabelecer uma correlação entre eles. Dentre as inúmeras causas que podem dar origem à dor, podemos citar ferimentos, fraturas, inflamações, queimaduras, distensão ou espasmo visceral, alterações do fluxo sangüíneo, etc.

A dor é um alerta

A dor é sempre um aviso do nosso organismo para informar de que algo não está bem. Embora muitas pessoas não dêem a esse sintoma sua devida importância, vale lembrar que a dor é um importante mecanismo de proteção da nossa integridade e da nossa saúde.

Portanto, para que se possa eliminar a causa que originou a dor, é importante valorizá-la e interpretá-la devidamente.

Dor aguda X Dor crônica

Uma dor pode tornar-se crônica por variados motivos, mas certamente, a dor aguda é a que melhor caracteriza a função de alerta e defesa contra uma possível agressão.

Já a dor crônica, por reduzir a qualidade de vida, limitando a movimentação, a agilidade, a atividade e o bem-estar das pessoas, tem merecido grande atenção da medicina moderna.

O aspécto psicológico da dor

Não importa se ela tem causa conhecida ou não, toda dor, aguda ou crônica, tem um componente subjetivo. Este componente subjetivo também é modificado e influenciado por fatores individuais, culturais, étnicos, sociais e ambientais. Se por um lado, existem pessoas que têm grande controle sobre suas reações, mesmo sentindo dor de forte intensidade, por outro lado, há aquelas que tomam atitudes irracionais ou reagem de forma diferente frente a um mesmo estímulo doloroso. Assim, a maneira de lidar com a dor varia individualmente, desde pessoas que buscam seu esclarecimento e o melhor tratamento, até outras, que adotam uma postura mais tolerante e até mesmo resignada frente ao sintoma.

O que devemos fazer em caso de dor

O tratamento da dor sempre foi o principal dever da Medicina. Por isso, em qualquer situação que ocorra dor, podemos recorrer a uma medicação analgésica eficiente, porém nunca devemos deixar de buscar suas causas, recorrendo, sempre que necessário, a uma avaliação especializada.

Como Usar Maxiliv

Cada 1mL = 20 gotas, quando o frasco for mantido na posição vertical para gotejar a quantidade pretendida de gotas como indicado abaixo. As dosagens abaixo se aplicam a pacientes de peso normal.

Adultos e adolescentes acima de 15 anos

20 a 40 gotas em administração única ou até o máximo de 40 gotas, 4 vezes ao dia.

Crianças abaixo de 15 anos e acima de 3 meses de idaade ou 5kg

Dose Gotas

5 a 8kg (3 a 11 meses)

Dose única

2 a 5

Dose máxima diária

20 (4 x 5)

9 a 15kg (1 a 3 anos)

Dose única

3 a 10

Dose maxima diária

40 (4 x 10)

16 a 23kg (4 a 6 anos)

Dose única

5 a 15

Dose máxima diária

60 (4 x 15)

24 a 30kg (7 a 9 anos)

Dose única

8 a 20

Dose máxima diária

120 (4 x 20)

31 a 45kg (10 a 12 anos)

Dose única

10 a 30

Dose máxima diária

120 (4 x 30)

46 a 53kg (13 a 14 anos)

Dose única

15 a 35

Dose máxima diária

140 (4 x 35)

Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5kg.

Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5kg não devem ser tratadas com Maxiliv, a menos que seja absolutamente necessário.

Neste caso, a dose de uma gota até 3 vezes ao dia não deve ser excedida.

Doses maiores, somente a critério médico.

Idosos

As mesmas orientações dadas aos adultos devem ser seguidas para os pacientes idosos, observando-se as recomendações específicas para grupos de pacientes descritos nos itens “Precauções e Advertências” e “Contra-indicações”.

Contraindicação de Maxiliv

Maxiliv é contra-indicado em pacientes que apresentem hipersensibilidade a quaisquer dos componentes de sua fórmula.

Maxiliv é contra-indicado em pacientes que tiveram rinite, urticária, asma ou reações alérgicas induzidas pelo ácido acetilsalicílico ou por outros agentes antiinflamatórios.

Maxiliv não deve ser administrado em altas doses ou por períodos prolongados, sem controle médico.

Durante o tratamento pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção do metabólito ácido rubazônico, porém isto não tem significado toxicológico ou clínico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Podem ser observados ataques de asma em pacientes predispostos a tal condição.

Precauções

O uso de Maxiliv em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção da buco-faringe deve merecer cuidado redobrado.

Esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas de agranulocitose (angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível, quando se faz uso de produto que contenha dipirona.

Durante o tratamento pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção do metabólito ácido rubazônico, porém isto não tem significado toxicológico ou clínico.

Pacientes com asma ou infecções respiratórias crônicas, bem como pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de substância

Podem desenvolver choque.

Pacientes hematopoiéticos

Em pacientes com distúrbios hematopoiéticos Maxiliv somente deve ser administrado sob controle médico.

Pacientes com insuficiência renal

Em situações ocasionais, principalmente em pacientes com histórico de doença renal preexistente ou em casos de superdosagem, houve distúrbios renais transitórios com oligúria ou anúria, proteinúria e nefrite intersticial.

Interações medicamentosas

Não se deve ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento com Maxiliv, porque o efeito do álcool pode ser potencializado.

Medicamentos contendo ciclosporina não devem ser administrados concomitantemente com Maxiliv, pois ocorre uma diminuição do nível sanguíneo de ciclosporina.

Maxiliv, igualmente, não deve ser administrado a pacientes sob tratamento com clorpromazina, pois pode ocorrer hipotermia grave.

População Especial

Gestantes

Durante a gravidez, principalmente nos primeiros três meses e nas seis últimas semanas e durante a lactação, Maxiliv somente deve ser utilizado sob orientação médica.

Crianças

Crianças menores de 3 meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com Maxiliv, a menos que seja absolutamente necessário, devido à possibilidade de interferência com a função renal.

Composição

Apresentações

Solução oral (gotas) em frasco de 20 ml.

Composição

Cada 1mL (20 gotas) contém:

Dipirona sódica 500mg.

Excipientes: propilenoglicol, ciclamato de sódio, sacarina sódica diidratada, metilparabeno, propilparabeno, edetato dissódico diidratado, álcool etílico, aroma de damasco e água.

Superdosagem

O tratamento segue os princípios gerais da conduta no controle de intoxicações exógenas.

As medidas terapêuticas a serem tomadas em casos de superdosagem são: tratamento sintomático e de suporte que deverão ser implementados em casos de complicações, tais como: hipotensão, insuficiência renal, convulsões, irritação gastrintestinal e depressão respiratória

Terapias como anti-histamínicos do grupo H1 e H2 e suporte cardiocirculatório são indicados em casos específicos.

Mais informações

Código do produto: 16230
EAN: 7896658001963
Tipo de Medicamento: Similar
Registro MS: 1057302380042
Classe Terapêutica: Analgésicos Não Narcóticos e Antipiréticos
Princípio Ativo: Dipirona Monoidratada
Se persistirem os sintomas o médico deverá ser consultado. Maxiliv é um medicamento. Seu uso pode trazer riscos. Procure o médico e o farmacêutico. Leia a bula
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